segunda-feira, 23 de abril de 2012

TJ-MA: Ouvidoria realiza audiência pública em Imperatriz

O Juiz Adolfo Pires e o Desembargador Lourival Serejo

Aconteceu na manhã do dia 23 de abril, no Fórum Ministro Henrique de La Rocque Almeida, em Imperatriz, a audiência pública da ouvidoria do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJ – MA). O objetivo foi receber denuncias, reclamações, críticas e elogios sobre os atos praticados no Judiciário, realizar apuração das informações e sugerir aos demais órgãos a adoção de medidas de melhoria das atividades da Justiça.


O desembargador ouvidor Lourival Serejo ressalta a importância da aproximação entre judiciário e comunidade: “Como ouvidor tenho estado atento às eventuais reclamações, nosso objetivo é facilitar o acesso à justiça e fortalecer o exercício da cidadania”, disse. Compunha a mesa também o diretor do Fórum, Adolfo Pires da Fonseca Neto.

Público que compareceu à Audiência
Para Lucena de Sousa, 44 anos, é relevante esse momento em que o cidadão tem a oportunidade de reclamar e fazer valer seus direitos, afirmou. Durante a plenária foram ouvidas sugestões de membros do judiciário e cidadãos, que depois de registradas serão avaliadas e encaminhadas ao setor competente.

Antes de Imperatriz, os municípios de Santa Inês e São Luís receberam a audiência pública da Ouvidoria do TJ – Ma, que deve percorrer outras cidades do estado (Assessoria do TJ).

Meu comentário:

A vinda da Ouvidoria do TJ à Imperatriz deveria ter sido precedida de ampla divulgação. Assim as pessoas que por acaso tivessem alguma reclamação a fazer, tomariam conhecimento dessa oportunidade. 

Pode ser que eu esteja enganado, mas não vi nem ouvi na imprensa local nenhuma notícia sobre essa audiência pública. As fotos acima demonstram que a referida audiência teve um comparecimento pequeno para as dimensões dos casos de Justiça da segunda maior cidade do Maranhão. 

Um comentário:

Reinaldo Lima disse...

Boa tarde Josué Almeida Moura, sugiro ao companheiro, não perder tempo sugerindo fazer o que deveria ter sido feito e não fizeram. Divulgue o que é necssário fazer, para que possamos chamar esse poder de "Justiça"!!! Sou parte de um processo de número 6 1998, originário da Comarca de Rosário e até agora já entrou em julgado e a execução está parada, porque não existe lei que determine prazo para minício e fim de processso e será juiz gosta de trabalhar? Abraços. Reinaldo Cantanhêde Lima