quarta-feira, 20 de junho de 2018

ROBERTO ROCHA SE CONSOLIDA CADA VEZ MAIS COMO A "TERCEIRA VIA" NA DISPUTA PELO GOVERNO DO MARANHÃO

"Estamos fazendo uma política diferente, renovada, olhando no olho de cada cidadão maranhense que anseia por uma vida melhor e com mais qualidade", diz Roberto Rocha.



Com o ritmo de pré-campanha acelerado, neste último sábado,16, o senador Roberto Rocha (PSDB), pré-candidato ao governo do estado, concluiu na cidade de Cândido Mendes a sua agenda de visitas pela região maranhense Alto Turi. Durante dois dias, Roberto Rocha e sua comitiva visitaram os municípios de Carutapera, Luís Domingues, Godofredo Viana e Cândido Mendes.

Na comitiva do senador estavam os parlamentares e pré-candidatos pelo PSDB, Waldir Maranhão, Alexandre Almeida, Wellington do Curso, Graça Paz e o ex-deputado Zé Genésio. Também acompanharam o senador nessa agenda, a advogada Adriana Almeida e a pré-candidata a deputada federal pelo PSDB, Alexsandra Viana— duas grandes lideranças na região.

Na sexta-feira, 15, em Carutapera, Roberto Rocha visitou o prefeito André Dourado; concedeu entrevista na Rádio Litoral FM e reuniu-se com populares em um grande encontro na Colônia de Pescadores Cândido Loureiro, organizado pela advogada Adriana Almeida. No local, centenas de pessoas aguardavam ansiosas para ouvir as propostas do senador, que se consolida cada vez mais como uma terceira via na disputa pelo governo do Maranhão nas eleições deste ano.

—-Não é comum recebermos senadores no nosso município. A presença dele aqui hoje é uma alegria, pois é uma porta que se abre para o nosso povo. Estamos cansados de falsas promessas e ele veio renovar a nossa esperança, trazer benefícios e anunciar os projetos que têm feito e os que ainda vai fazer pela nossa região que tanto necessita—-, disse Dhersica Saraiva, moradora de Carutapera.

Após a reunião na Colônia de Pescadores, o senador participou de um almoço na residência da advogada Adriana Almeida.

Ainda em Carutapera, Roberto Rocha fez questão de visitar o Hospital Regional do município, que há quatro anos está em reforma e não tem ainda nenhuma perspectiva de conclusão.

O senador maranhense e sua comitiva também se reuniram com lideranças no município de Luís Domingues, na residência do prefeito Gilberto Braga (PSDB). O encontro contou com a presença de centenas de pessoas e muitas lideranças políticas do município.

No sábado, 16, eles participaram de um café da manhã em Godofredo Viana, organizado pelo prefeito Sissi Viana.

Roberto Rocha finalizou a agenda na região Alto Turi na cidade de Cândido Mendes, com uma reunião com lideranças organizada pela pré-candidata a deputada federal pelo PSDB, Alexsandra Viana.

Como fez nos outros três municípios visitados, ele falou dos seus projetos, ouviu as sugestões e reivindicações dos moradores e anunciou benefícios que já conseguiu, por meio do seu mandato, para a Godofredo Viana e cidades adjacentes. Entre eles, a federalização da BR 308, que vai interligar o continente à ilha de São luís com duas pontes ligando o Norte ao Nordeste. Falou dos benefícios da CODEVASF, que agora pode atuar em todo o Maranhão e, especialmente, a garantia de mais qualidade de vida para as crianças da região, com o projeto de sua autoria que dobra a Merenda Escolar de mais de cem municípios maranhenses.

Roberto Rocha também garantiu que vai buscar recursos junto ao Governo Federal para um dos grandes anseios do povo, que é a construção da ponte que liga Cândido Mendes à Maracaçumé,

"Estamos fazendo uma política diferente, renovada, olhando no olho de cada cidadão maranhense que anseia por uma vida melhor e com mais qualidade. Desta forma, empenharei o meu mandato e não medirei esforços para garantir projetos que incentivem as pessoas da região Alto Turi a empreender e acreditar no potencial dessa região tão rica. Deixo meus agradecimentos à Alexsandra Viana e a dra. Adriana Almeida, que nos recepcionaram com tanto carinho nas suas cidades e sua região. Meu abraço caloroso a essa população maravilhosa de Cândido Mendes, de Carutapera, de Luís Domingues e Godofredo Viana, que recebeu a mim e aos pré-candidatos do PSDB, que vieram ouvir a nossa mensagem e que acreditam no nosso projeto para o Maranhão", agradeceu Roberto Rocha.

Após concluir esses compromissos na região, o senador seguiu com a sua comitiva para a cidade de Barra do Corda, para um encontro com trabalhadores rurais de seis municípios: Fernando Falcão, Jenipapo dos Vieiras, Tuntum, D. Pedro, Presidente Dutra e Grajaú.
(Celina Mendes - Jornalista)

DEFENSOR PÚBLICO DIZ QUE "JUDICIALIZAÇÃO DA SAÚDE É NECESSÁRIA"

A declaração  do Defensor Público Juliano Sousa foi prestada à Assessoria de Comunicação da Câmara Municipal após evento que debateu a insuficiência de leitos de UTI na rede pública de saúde de Imperatriz.

Para o defensor público estadual, Juliano Sousa, a “judicialização da saúde é um fenômeno que ocorre em todo o Brasil e vai ocorrer enquanto o SUS [o Sistema Único de Saúde] não resolver a questão de seu sub-financiamento crônico”. 

O defensor público atua na área que envolve questões de saúde na Defensoria Pública do Maranhão, em Imperatriz, e foi um dos participantes da audiência pública na Câmara Municipal que contou com a participação do secretário de Saúde do Estado, Carlos Lula, realizada na última quinta-feira (14).

Em sua participação na audiência, o juiz da Vara da Fazenda Pública, Joaquim da Silva Filho, fez um apelo ao Estado e Município para que agilizem a normalização das internações e procedimentos de urgência e criticou o que chamou de “judicialização da saúde”. Ele reconheceu que, para um juiz, é difícil julgar pedidos de internação em UTI´s e o acesso a atendimentos e serviços especializados. “Juiz não tem como fazer uma avaliação de risco. É um ato privativo do médico. Temos que devolver aos médicos a responsabilidade para cuidar das questões da saúde”, afirmou o juiz.

Segundo o juiz, a demanda por atendimento em UTI´s cresce assustadoramente e resta à Justiça filtrar os casos em que é acionada. Alertou que a “judicialização pode implodir a saúde pública no Brasil em cinco anos”. “Não podemos transformar a saúde pública em planos de saúde”, frisou.

“Hoje, todo mundo [da Saúde] trabalha com medo. Todo mundo da regulação com medo de ser preso”, denunciou, referindo-se à obrigatoriedade e urgência no cumprimento das decisões judiciais. “Temos que respeitar os profissionais da Saúde. Temos que denunciar essa tragédia, essa desmoralização dos serviços [públicos] de saúde”.

“Direito fundamental”

“A juidicialização é necessária e é um direito da família, da criança, da mulher, é um direito do pai, um direito do irmão, buscar dar a ele [a um membro da família] a oportunidade de tratamento em um leito adequado”, afirmou o defensor público, ressaltando que “a Defensoria vê com reservas o posicionamento da Justiça no que se refere à Vara da Fazenda Pública, tanto que continuamos fazendo nosso trabalho e vamos assim fazê-lo, às vezes recorremos das decisões que são proferidas e em muitos dos casos o Tribunal [de Justiça do Maranhão] tem reformado decisões que são proferidas aqui porque de fato não cabe, principalmente ao Poder Judiciário, restringir um direito fundamental, e o papel da Defensoria Pública é justamente o contrário, é de fazer com esse direito seja respeitado”, declarou Juliano Sousa. 

Em seu fala no evento, ele disse que a Defensoria vem acompanhando há dois anos os casos de pedidos de internação em UTI. “Só na Defensoria Pública, em 2017, recebemos 110 pedidos de familiares, podemos dizer assim, e até a metade deste ano mais 43 pedidos de famílias solicitando a atuação jurídica da Defensoria Pública para obtenção de leitos de UTI”, informou.

Ele também reconheceu que os números revelam “uma quantidade grande” de pedidos de internação em UTI´s, “sem contar as ações propostas pelo Ministério Público e pela advocacia privada”.

“Para se ter uma idéia, só na Defensoria Pública, desses 110 casos [de 2017], quer dizer que a cada três dias temos uma ação de UTI protocolada”, contabilizou. 

O defensor tem atuado também em casos de recém-nascidos com cardiopatia congênita (má formação do coração), que precisam de tratamento especializado ainda não fornecido pelas redes municipal e estadual de saúde. Em relação à sua crítica nesse tipo de atendimento, o secretário Carlos Lula adiantou que até o final deste semestre o serviço será oferecido em São Luís por uma equipe que já está sendo treinada. (Texto Carlos Gaby/Ass.Câmara Municipal de Imperatriz)

DESTILADOS MARANHENSES RECEBEM MEDALHA DE PRATA NA EXPOCACHAÇA

A Cachaça Jacobina (Balsas) e a Tiquira Guajá (Santo Amaro) arremataram o segundo lugar, em categorias diferentes, na Degustação às Cegas do maior evento do setor no país. 

Fotos divulgação: O empresário Valdemar Cabral, proprietário da Jacobina, feliz com o Certificado Prata na categoria de cachaças Brancas Puras da 28º Expocachaça. A Tiquira Guaja Amburana, por sua leveza e singularidade de ser produzida da mandioca, ficou com a Medalha de Prata na categoria Aguardente de Outras Matérias-Primas.

Os destilados maranhenses Cachaça Jacobina e Tiquira Guaaja Amburana foram destaques na 28ª Expocachaça, realizada de 7 a 10 de junho, no Expominas, em Belo Horizonte (MG), evento promovido em conjunto com a 12ª Brasilbier, voltado ao segmento de cervejas artesanais. As representantes maranhenses na maior feira da cadeia da cachaça no País, e considerada a vitrine mundial da aguardente, trouxeram para casa a Medalha de Prata em duas categorias da 7ª Avaliação com Degustação às Cegas e Classificação das Cachaças. 

A Jacobina ganhou o Certificado Prata na categoria Brancas Puras, nesta edição 2018 da Expocachaça. A destilaria produz, ainda, a versão Ouro da aguardente que traz o slogan “genuinamente brasileira, orgulhosamente maranhense e caprichosamente produzida em Balsas”. 

“As duas versões são produzidas com alta tecnologia e higiene rigorosa, utilizando aditivos e com graduação alcoólica de 40%vol, com buquê invejável, sabor gostoso e uma qualidade ímpar. A nossa Jacobina Prata ou tradicional, que agora é Categoria Prata da Expocachaça, é guardada em tanques de aço inox que não transferem cor nem gosto ao produto. Mas, também, utilizamos madeiras, como o Jequitibá, que dão gosto mas não transferem cor, deixando a cachaça branca”, explica o proprietário Valdemar Cabral. 

Já a Tiquira Guaaja Amburana, produzida na região dos Lençóis Maranhenses e armazenada em barril de carvalho, encantou os jurados da Degustação às Cegas da 28ª Expocachaça pela leveza e pela singularidade: o fato de ser feita da mandioca, inspirada no saber fazer dos indígenas que povoaram as terras do Maranhão. Resultado: o Certificado Prata na categoria Aguardente de Outras Matérias-Primas. 

A Tiquira Guaaja Amburana começou a ser produzida em larga escala desde 2015, na fábrica localizada às margens da MA-402, povoado de Sangue, no município de Santo Amaro, sob o monitoramento rígido da proprietária, Margot Stinglwagner, uma carioca que se apaixonou pelos Lençóis Maranhenses e mais ainda pelo sabor diferente do destilado feito da mandioca. Quando decidiu fazer da tiquira um negócio, a empresária sempre pensou em um produto de qualidade, tipo exportação. O feito ela garante que conseguiu. 

“Não perdemos em nada para outras bebidas destiladas. O sabor da tiquira é seu grande diferencial. Hoje, o nosso mercado consumidor está concentrado fora do Maranhão em mais de 90%, nos estados do Centro-Sul. Isso pelo fato, talvez, do maranhense não ter o hábito de tomar a bebida – inclusive, estamos minimizando esse fato, com algumas estratégias para popularizar a tiquira no estado, inclusive colocando-a em uma grande rede de supermercados. È um trabalho de formiguinha, mas necessário para que o mercado interno também seja impactado pelo nosso produto”, contrapôs Stinglwagner, que é filha e neta de mestres cervejeiros. 

Consultorias do Sebrae 

Tanto a Cachaça Jacobina quanto a Tiquira Guaaja Amburana receberam, em diversas etapas das empresas, o apoio e consultorias do Sebrae na constituição do negócios, gestão e na área técnica. O empresário Valdemar Cabral, antes de empreender, era consultor do Sebrae no projeto Alambiques do Sertão e, ao perceber que o investimento no segmento era propício, montou seu próprio alambique e hoje, após aperfeiçoar a qualidade da Jacobina e investir em tecnologia e inovação, comemora os ganhos e ganha mercado. 

“Pela qualidade do produto e capacidade de produção, a Jacobina foi inserida hoje no Comércio Brasil, um programa do Sebrae voltado para o acesso a mercado, onde os participantes integram rodadas e encontros de negócios com objetivo de ampliar os seus canais de comercialização. Participam desse programa empresas que já passaram por outros projetos do Sebrae e que sabemos ter condições de atender a pedidos mais robustos de quem almeja comprar seus produtos, em eventos dentro e fora do Maranhão”, aponta o diretor técnico do Sebrae no Maranhão, Antônio Garcês Paixão. 

O diretor superintendente da instituição, João Martins, destaca por sua vez que, saber de dois produtos maranhenses ganhando notoriedade no País, é um grande orgulho para o Sebrae. “Nosso principal objetivo é ver os pequenos negócios caminhando com as próprias pernas, ganhando projeção e crescendo de maneira contínua. É para isso que nos empenhamos tanto, enquanto instituição de fomento e apoio ao empreendedorismo e às micro e pequenas empresas. Sentimos orgulho, sim, por termos feito parte da história desses dois empreendimentos, tanto da Destilaria Jacobina quanto da Tiquira Brasil, que produz a Tiquira Guaaja Amburana, produtos que nasceram no Maranhão e hoje estão conquistando o Brasil e quiçá, o mundo”, coloca o executivo. 

A Expocachaça 

A feira tem papel de protagonista na visibilidade e status de destilado nobres. Além de Minas Gerais, com cerca de nove mil produtores representando 60% da produção de cachaça no País, foram convidados para participar e expor seus produtos na 28ª Expocachaça outros 20 estados brasileiros, dentre eles o Maranhão. 

Embora a cachaça seja o terceiro destilado mais consumido no mundo, a Expocachaça apresentou outras novidades que vão além da aguardente. Muitos produtores, inclusive, aproveitam a estrutura já existente do alambique e a expertise em cachaça para produzir outros produtos, como gim – que vive os seus tempos áureos – e os licores. 

Mais informações: Assessoria de Imprensa do Sebrae no Maranhão (98) 3216-6133 

terça-feira, 19 de junho de 2018

DESUMANIDADE!! SEPARADAS DOS PAIS, CRIANÇAS DORMEM EM GAIOLAS E CHORAM DESESPERADAS

Entre soluços, várias crianças choram e chamam por seus pais dentro de uma instalação da Patrulha de Fronteira dos Estados Unidos, enquanto um guarda ironiza: “temos uma orquestra, só falta o maestro”.

Dentro de um armazém antigo no sul do Texas, nos Estados Unidos, centenas de crianças esperam, dentro de gaiolas de metal. Uma das celas era ocupada por 20 crianças. Garrafas de água, sacos de batata frita e grandes folhas de papel, que servem de cobertores, se espalham pelo lugar.

Uma adolescente contou a uma defensora pública que estava ajudando a cuidar de uma criança pequena que não conhecia, porque a tia da menina estava em outro lugar do armazém. Ela conta que teve de usar seu celular para ensinar às outras crianças com quem dividia a cela como trocar fralda.

A Patrulha de Fronteira permitiu que repórteres visitassem a instalação em resposta às críticas contra a política de tolerância zero do governo de Donald Trump, que tem resultado na separação de famílias. Os repórteres não foram autorizados a entrevistar as pessoas ou a tirar fotos.

Mais de 1.100 pessoas estavam dentro da instalação ampla e escura, dividida em alas para crianças desacompanhadas, adultos sozinhos e mães e pais com filhos. As gaiolas de cada ala têm acessos a áreas comuns e banheiros químicos. A iluminação fica constantemente acesa.

Segundo a Patrulha de Fronteira, cerca de 500 menores no local estão acompanhados pelos pais, mas outros 200 estão sozinhos. Muitos dos adultos que cruzam a fronteira sem permissão podem ser acusados de entrada ilegal e levados presos, sendo separados de seus filhos.

Cerca de 2.300 crianças foram tiradas de seus pais desde que o secretário de Justiça, Jeff Sessions, anunciou a nova política de tolerância zero, determinando que os funcionários do Departamento de Segurança Interna encaminhassem todos os casos de entrada ilegal nos Estados Unidos para serem processados criminalmente. Igrejas e grupos de defesa dos direitos humanos criticaram duramente a política, chamando-a de desumana.
Desestímulo a outros imigrantes ilegais

Histórias se espalharam de menores sendo arrancados dos braços dos pais e estes incapazes de saber para onde seus filhos foram levados. Um grupo de congressistas visitou a mesma instituição no domingo e foi designado para visitar um abrigo onde estão cerca de 1.500 crianças, muitas separadas dos pais.

No Vale do Rio Grande, no Texas, que é o corredor mais movimentado para aqueles que tentam entrar nos Estados Unidos, funcionários da patrulha argumentam que precisam reprimir os imigrantes e separar os adultos das crianças para desencorajar outras pessoas. “Quando você isenta um grupo de pessoas da lei, isso cria um atrativo”, justificou o chefe da patrulha, Manuel Padilla.

A secretária de Segurança Nacional, Kirstjen Nielsen, no entanto, nega que este seja o objetivo do governo americano. “Esta não é uma ideia controversa”, alegou Nielsen, ao argumentar que, se um americano fosse acusado de um crime e “fosse preso”, a sociedade entenderia que “fosse separado dos seus filhos”. Ela considerou “ofensivo” que se insinue que a política de separação de famílias tem como objetivo dissuadir outros imigrantes que tentem entrar ilegalmente nos Estados Unidos.

Os funcionários que administram o local onde estão as crianças disseram que todos os detidos recebem alimentação adequada, acesso a chuveiros, roupa lavada e assistência médica. A ideia é que as pessoas passem pouco tempo na instalação. Nos termos da legislação americana, crianças devem ser entregues em até três dias aos abrigos financiados pelo Departamento de Saúde.

Padilla diz que os funcionários no Vale do Rio Grande permitem que famílias com crianças menores de 5 anos fiquem juntas, na maior parte dos casos. Uma defensora pública, porém, que passou várias horas no local diz ter ficado profundamente perturbada com o que encontrou. Michelle Brane, diretora da Comissão de Mulheres Refugiadas, se encontrou com uma garota de 16 anos que estava cuidando de uma menina mais nova há três dias. A adolescente e as outras pessoas em sua gaiola supunham que a menor tinha 2 anos.

Ela contou que, depois que um advogado começou a fazer perguntas, os agentes encontraram a tia da menina e reuniram as duas. Assim, descobriram que a criança tinha 4 anos. Parte do problema era que a menina não falava espanhol, mas k’iche, uma língua indígena da Guatemala. “Ela estava tão traumatizada que não estava falando”, disse Michelle. “Estava apenas encolhida, como se fosse uma bola pequena.”
Trauma

Michelle contou que também viu autoridades na instalação – onde não há brinquedos ou livros – repreenderem um grupo de crianças de 5 anos por brincarem dentro de sua gaiola, ordenando que se acalmassem. Mas um garoto próximo da cela não estava brincando com os outros. Segundo Michelle, ele estava quieto, segurando um pedaço de papel que era uma cópia da carteira de identidade de sua mãe.

“O governo está literalmente levando as crianças para longe de seus pais e deixando-as em condições inadequadas”, disse a defensora. “Se um dos pais deixasse uma criança em uma gaiola sem supervisão com outra criança de 5 anos, eles seriam responsabilizados.”

A chefe da Academia Americana de Pediatria, Colleen Kraft, que visitou um abrigo no Texas, viu uma criança ainda engatinhando que chorava descontroladamente e batia os punhos contra o chão. Os funcionários tentavam consolar a criança, que parecia ter cerca de 2 anos. Ela havia sido tirada de sua mãe na noite anterior. Os funcionários deram a ela livros e brinquedos, mas não podiam segurar ou abraçar a criança para que se acalmasse. “O estresse é esmagador. O foco precisa estar no bem-estar dessas crianças”, disse a médica.

Choro desesperado

Entre soluços, várias crianças choram e chamam por seus pais dentro de uma instalação da Patrulha de Fronteira dos Estados Unidos, enquanto um guarda ironiza: “temos uma orquestra, só falta o maestro”.

Esta situação terrível foi revelada pelo site de notícias ProPublica, que divulgou uma gravação do desespero das crianças separadas de seus pais. “Não quero que prendam meu papai, não quero que o deportem”, diz uma menina. “Não quero me separar do papai”, murmura outra.

O guarda de fronteira pergunta em espanhol: “De onde você é?”; “El Salvador, Guatemala”, respondem as crianças.

Uma das vozes que mais se destaca é a de uma menina salvadorenha de seis anos que suplica pela presença de sua tia: “Posso ir com a minha tia, pelo menos?! Tenho o número (de telefone) dela. Minha mamãe virá me pegar quando eu for com a minha tia”.

Segundo o ProPublica, o áudio foi gravado na semana passada por uma pessoa que pediu para não seridentificada.

A tia da menina disse ao site que este foi o “momento mais difícil” de sua vida. “Imagine receber um telefonema de sua sobrinha de seis anos que está chorando e pede para você buscá-la. Ela promete se comportar e pede, ‘por favor, me tire daqui, estou completamente só'”.

A mãe da criança foi levada a um centro de detenção em Port Isabel, Texas, e segundo a tia não pôde falar com a filha.



(Com Estadão Conteúdo, AFP e EFE)

sábado, 16 de junho de 2018

PERSEGUIÇÃO E VIOLAÇÃO DE PRIVACIDADE NA DISPUTA PELO PODER NA OAB-MA

A disputa pelo poder dentro da OAB-MA toma proporções inimagináveis e atravessa os muros da entidade, caindo nas redes sociais. Agora surge uma denúncia contra o atual presidente da seccional maranhense , Thiago Diaz, dando conta de ato de perseguição e violação de privacidade contra um outro membro da diretoria da Ordem dentro da sede da entidade.

Segundo release distribuído à imprensa pela oposição, a acusação contra Diaz veio à tona com ofício expedido pelo secretário-geral da Caixa de Assistência dos Advogados (CAA/MA), Fernando Antonio Pinto Silva Júnior, solicitando esclarecimentos sobre a instalação de câmeras de vigilância em sua sala. Para Fernando Pinto, “o procedimento é invasivo, inconsequente e temerário” já que viola a privacidade do secretário-geral.

No ofício, divulgado por Fernando Pinto em seu perfil pessoal no Facebook, o secretário questiona as motivações por trás do estranho esquema de vigilância. “Como é sabido tais câmeras são instaladas em áreas de recepção e corredores e nunca em salas reservadas. Qual o verdadeiro propósito de tal vigilância?”, indaga.

Clima tenso

Além de classificar a medida como “descabida, extemporânea e violadora”, Fernando Antonio Pinto Silva Júnior adverte que a câmera foi instalada sem que houvesse reunião prévia da diretoria sobre o caso. O secretário ressalta ainda que “não há mais democracia e nem reuniões há muito tempo” na OAB/MA, e que a gestão Thiago Diaz “se ‘destaca’ apenas por fatos desta natureza”.

“Solicito imediatas informações acerca de qual empresa instalou este sistema, o custo total deste negócio, a cópia do contrato realizado e as notas fiscais eletrônicas geradas”, reivindica.

O secretário-geral da CAA/MA Fernando Antonio Pinto Silva Júnior tomou posse no cargo na chapa encabeçada por Diaz. Para muitos, o autoritarismo e o desejo de poder de Thiago Diaz culminou no esfacelamento do seu grupo. O clima anda tão tenso na OAB/MA que no próximo mês de novembro Thiago Diaz vai tentar a reeleição tendo como um dos adversários o vice-presidente da instituição e hoje inimigo, Pedro Alencar, aliado fiel nas eleições de 2015.

O texto, editado pelo blog nos dois primeiros parágrafos, nos foi enviado pela assessoria Nosso blog se coloca à disposição para o contraponto, caso a parte citada deseje se manifestar.

sexta-feira, 15 de junho de 2018

DEPOIS DE GRANDE REPERCUSSÃO NEGATIVA FLÁVIO DINO DEVOLVE 20 LEITOS DE UTIs FECHADAS PELO SEU GOVERNO EM IMPERATRIZ

Muita gente reclama pelo fato do Brasil ter eleições quase todo ano, mas não sabe o tanto que isso é bom para a democracia e para a vida do povo. 
É nos períodos eleitorais por exemplo, que  alguns políticos que buscam reeleição ficam "bonzinhos" e procuram mostrar serviço. É o caso do governador comunista Flávio Dino, que depois de esvaziar seu "saco de maldades" contra o povo resolve voltar atrás em ações que repercutiram muito mal, como por exemplo o fechamento de leitos de UTIs em Imperatriz, dificultando a vida do povo, causando mortes e muito sofrimento dos mais humildes, sem falar nos prejuízos ao município, muitas vezes obrigado  a pagar UTIs particulares para evitar mortes.

Mas, gora, faltando quase 5 meses para as eleições de 2018, Flávio Dino, sem ao menos dar conhecimento o prefeito e para tentar ganhar votos para um pupilo candidato à reeleição de  deputado estadual, manda que este venha dar recados, dizendo que "vai garantir mais 20 leitos de UTIs em Imperatriz".

Pasmem! Isso depois que a gestão municipal preocupada em não deixar  os seus munícipes morrerem à míngua, fez um esforço descomunal e mesmo com parcos recursos implantou mais 10 leitos de UTI'S.

Ora, quem diria que um governante que se elegeu prometendo uma "Grande Mudança", fosse jogar tão baixo, no afã de se perpetuar no poder?

Bem vindos os 20 leitos, governador Flávio Dino! Mas, não pense que Imperatriz se sente devedora por causa disso e assim tenha a obrigação de lhe dar ou "garantir" sua reeleição. Não! Imperatriz é livre, e altiva não vai se curvar à sua falsa bondade. Chega de enganação,  #Dino nunca mais!

quinta-feira, 14 de junho de 2018

SUZANO PREOCUPADA COM POSSÍVEIS OCORRÊNCIAS DE ODOR QUE POSSAM SURGIR COM O FUNCIONAMENTO DA FÁBRICA

Empresa realiza encontro com Rede de Percepção de Odor em Imperatriz
Suzano Papel e Celulose realizou, no último sábado (09/06) mais uma reunião da Rede de Percepção de Odor (RPO).  A Rede é composta por aproximadamente 30 voluntários da sociedade da zona rural e urbana de Imperatriz e traz a proposta de transparência e diálogo aberto com a comunidade local, onde os moradores auxiliam a empresa na identificação, em suas comunidades, de possíveis ocorrências de odor que possam surgir com o funcionamento da fábrica.
O gerente de Meio Ambiente da Suzano Papel e Celulose, Hamilton Zanola, comenta que  a RPO – formada antes do início das operações da empresa em Imperatriz – tem cumprido um importante papel para a empresa. “A Rede tem nos ajudado a detectar e fiscalizar possíveis odores da fábrica e principalmente tem colaborado com a transparência em nossas operações, transformando estes voluntários da sociedade em monitores e multiplicadores das atividades e informações da empresa”.

Antônio Vieira, professor do IFMA – Instituto Federal do Maranhão e participante da Rede de Percepção de Odor comentou sobre a importância destas iniciativas por parte da empresa. “A participação na Rede é importante porque traz a interação entre sociedade e empresa e a gestão participativa é uma das bases do processo de gestão ambiental moderna. Estamos muito felizes em participar de um projeto como este, tão importante para a sociedade de Imperatriz.”
Vale lembrar que a empresa dispõe ainda do Suzano Responde,  um canal estruturado para responder a dúvidas e receber sugestões e críticas, por meio de ligação gratuita - telefone 0800 022 1727 ou  e-mailsuzanoresponde@suzano.com.br. (Da Assessoria, título do blog).

quarta-feira, 13 de junho de 2018

PRÊMIO 'EDELVIRA MARQUES' DE LITERATURA INCENTIVA PUBLICAÇÃO DE LIVROS

Edital pretende estimular, difundir e promover bens culturais que enaltecem a identidade imperatrizense

A Prefeitura apresentou na tarde de terça-feira, 12, no auditório da Academia Imperatrizense de Letras, AIL, o edital Prêmio Edelvira Marques de Literatura, com objetivo de fomentar a publicação de livros inéditos na cidade. Iniciativa contemplará, por meio de recursos do Fundo Municipal de Incentivo à Cultura (FMC), escritores locais independentes, para que a história e a memória sejam resgatadas e preservadas.

Desta forma, a Fundação Cultural de Imperatriz, FCI, pretende estimular, difundir e promover os bens culturais que enaltecem a identidade imperatrizense; aprimorar, apoiar o conjunto de manifestações artísticas, bem como, desenvolver atividades que fortaleçam a produção cultural de forma sustentável.

O edital disponibiliza recurso na ordem de R$ 50 mil, sendo que, cada candidatura receberá o valor bruto de R$ 5 mil. Serão premiados 10 projetos inéditos de gênero literário universal e obras com foco no resgate histórico do município. As obras estão classificadas no gênero poesia, conto e crônica, na modalidade coletânea, enquanto os gêneros romance, registro histórico e livre, na individual. Cada proposta deverá estar acompanhada dos originais do livro, em duas vias (impressa) e uma em mídia CD-R ou DVD-R.

Os envios serão analisados por técnicos da FCI, membros do Conselho Municipal de Cultura, além de um representante indicado pela Academia Imperatrizense de Letras, um professor especialista da UFMA e outro da UemaSul.

Ao término da reunião, o presidente da FCI, José Carneiro Santos agradeceu a participação de membros da UemaSul, da UFMA e da AIL, que, segundo ele, enriqueceram o debate, no que diz respeito à modificação de alguns artigos do edital. “Vamos ouvir outros segmentos culturais, notadamente da área de literatura, para que possamos melhorar ainda mais o conteúdo do edital e então publicá-lo no jornal O Progresso e no endereço eletrônico da prefeitura (www.imperatriz.ma.gov.br), conclui. (por Domingos Cezar/Ascom)

PROJETO DO SENADOR ROBERTO ROCHA QUE CRIA A ZONA DE PROCESSAMENTO DE EXPORTAÇÕES NO MARANHÃO-ZEMA, É APROVADO NA CCJ

"Mais desenvolvimento econômico, geração de empregos  e um novo tempo para o Maranhão" comemora Roberto Rocha.

A criação de uma Zona de Processamento de Exportações (ZPE) no Maranhão ganhou força nesta quarta-feira (13). A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) aprovou o PLS 319/2015, que estabelece uma área de livre comércio com o exterior na Ilha de Upaon-Açu, que abriga a capital, São Luís, e cidades da zona metropolitana, como São José de Ribamar. O texto segue para a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).

Pelo projeto, do Roberto Rocha (PSDB-MA), as empresas que se instalarem na ZPE maranhense, a Zona de Exportação do Maranhão (Zema), terão isenção de impostos e contribuições incidentes sobre a importação ou sobre aquisições no mercado interno de insumos, para que possam produzir mercadorias ou prestar serviços destinados à exportação.

Somente as empresas enquadradas na seção “indústrias de transformação” da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) poderão usufruir dos incentivos fiscais aplicáveis à Zema.

" Mais desenvolvimento econômico, geração de empregos  e um novo tempo para o Maranhão" comemora Roberto Rocha (Agência Senado).

Conheça mais sobre o projeto:

segunda-feira, 11 de junho de 2018

PREFEITURA JÁ CONSEGUIU REPOR METADE DAS UTIs SUBTRAÍDAS PELO GOVERNO DO ESTADO

De 30 setembro até ontem, foram 5.100 diárias a menos de tratamento intensivo. Prefeito disse que vai lutar por mais 10 leitos

Já estão funcionando (e totalmente ocupados) os novos 10 leitos de UTI, Unidade de Tratamento Intensivo, contratados pela Prefeitura de Imperatriz junto à STI, Sistema de Tratamento Intensivo, no Hospital Alvorada, na Avenida Babaçulândia. Desde o final de setembro do ano passado o sistema de saúde que atende cerca de 900 mil pessoas de pelo menos 40 cidades do Maranhão, Pará e Tocantins opera com 20 leitos a menos dessas UTI’s, fechados pelo Governo do Estado.

Até setembro, a Saúde de Imperatriz contava com 20 leitos de UTI do Socorrão, 10 leitos infantis no Socorrinho e 20 leitos em hospitais particulares que eram custeados pelo Governo do Estado desde 2010. Desacertos contratuais alegados na época ocasionaram o fechamento das vagas que eram oferecidas pelo Estado e desde então, cidade e região passaram a contar apenas com 30 leitos. “O governador anuncia agora, em fim de governo, que vai construir um hospital de 400 leitos. Acho que não. Nem daria tempo sequer para iniciar. Seria mais simples não retirar os 20 leitos de UTI que tanto têm feito falta para salvarmos vidas”- disse Assis Ramos.

Cleudes dos Santos Lima, diretora da STI, disse que os leitos foram fechados sem prévio aviso. “Pacientes tiveram que ser removidos às pressas, cinco deles morreram e outro teve complicações a ponto de até hoje estar hospitalizados”- disse. O dono da STI, Cássio Borsato Herrera, disse que foi caluniado e injustiçado. Mas no passado não podemos mexer mais”- lamentou.

De 50 para 30 leitos apenas, no ano passado, e agora subindo para 40 leitos: 20 UTI’s do Tipo 2 no Socorrão, 10 UTI’s infantis no Socorrinho e 10 UTI’s Tipo 2 no Hospiltal Alvorada. “Gostaria de estar agregando mais 10 leitos aos 50 que tínhamos até setembro do ano passado, mas só estou repondo metade do que nos foi subtraído, infelizmente”- disse o prefeito. UTI Tipo 2 é de um formato mais avançado, com intensivistas, fisioterapeutas e nutricionistas.

O prefeito disse, ainda, que está lutando para conseguir recursos para abrir pelo menos mais 10 leitos, “porque a demanda é muito grande, principalmente por conta das cidades da região que se socorrem da gente. São vidas no limite que, sem esse recurso, quase sempre se perdem”- afirmou. Já o secretário de Saúde, Alair Firmiano, fez a contas e lembrou que já se foram mais de 5 mil diárias de UTI a menos nesses oito meses e meio sem os 20 leitos cancelados pelo Governo do Estado. “A gente não dorme, atendendo ligações. Juízes e promotores não têm sossego, acionados a toda hora por essas demandas” – destacou. (Assessoria de Comunicação)

PREFEITURA INTENSIFICA CAMPANHA PELA REGULARIZAÇÃO DE DÉBITOS

Contribuintes têm até 30 de junho para quitar tributos municipais

A Prefeitura de Imperatriz mantém campanha de regularização de débitos do Programa de Parcelamento Incentivado, PPI, 2018. Contribuintes em débito com o fisco municipal têm até 30 de junho para quitar tributos como IPTU, ISS, ITBI, Alvará de Licenciamento, entre outras taxas.

Podem aderir ao programa dívidas decorrentes de fatores constituídos até 31 de dezembro de 2017. De acordo com a Secretaria Municipal de Planejamento, Fazenda e Gestão Orçamentária, Sefazgo, a lei permite que o contribuinte parcele débitos a partir de R$ 300 reais em quatro prestações e, acima de R$ 100 mil, em até 72 vezes.

“O devedor ao efetuar o pagamento em cota única terá desconto de 100% nos juros e multas, e caso ele opte pelo parcelamento, os descontos variam de 40% a 80%”, destaca o secretário da Sefazgo, Ely Samuel. Ele explica que as oportunidades oferecidas pelo PPI são válidas para pessoas físicas e jurídicas, inscritas ou não na dívida ativa do município.

“O contribuinte que já participou do programa em anos anteriores e não conseguiu quitas as parcelas também podem aderir. Objetivo é facilitar, da melhor forma possível, sem pesar no orçamento familiar do devedor”, ressalta.

Informações e sugestões podem se obtidas pelo whatsapp (99) 99185-7126, e-mail sefazgoimperatriz@gmail.com ou diretamente na Secretaria (Rua Godofredo Viana, 750 Centro), de segunda a sexta-feira, das 8h às 14h. (por Francisco Lima/aSCOM)

sexta-feira, 8 de junho de 2018

PORTO FRANCO-MA: PAI LAMENTA A MORTE DO FILHO E DENUNCIA DESCASO

O município que um dia foi referência em atendimento às crianças hoje sofre com mortes e descaso na gestão do prefeito Nelson Horácio

O município de Porto Franco, localizado na região tocantina maranhense, teve nos últimos dez anos administrações exitosas, tanto nos campos econômico, como no social. O município chegou a receber prêmios em reconhecimento pelas ações que visavam cuidar das crianças, com grande destaque também para os programas de cuidados com idosos e políticas para a juventude. 

Nas gestões dos prefeitos Deoclides e Adersinho, por exemplo, Porto Franco foi premiado com o SELO UNICEF, com esses gestores sendo reconhecidos pelo trabalho de qualidade em prol da saúde, educação e qualidade de vida das crianças. 


Infelizmente hoje a situação é bem diferente, não se pode dizer o mesmo da gestão do prefeito Nelson Horácio. Além dos sucateamento da máquina pública, o fraco desempenho na prestação dos serviços públicos, especificamente no que diz respeito ao cuidado com as crianças, a decadência é visível, são vários os casos de mortes, como no caso do vídeo abaixo, onde um pai relata o descaso da atual gestão ao lado do caixão de seu bebê. 

Triste, não gostaríamos de estar retratando essa cruel realidade.






PRÉ-CANDIDATURA DE ROBERTO ROCHA PARA O GOVERNO GANHA FORÇA EM TODO O ESTADO

Roberto Rocha recebe o apoio de lideranças em encontros realizados no interior do Estado

No último final de semana o pré-candidato a governador Roberto Rocha (PSDB) deu prosseguimento ao calendário de visitas aos municípios da Baixada Maranhense para apresentar o projeto de sua candidatura ao governo do Maranhão que a cada dia ganha força. 

Na visita aos municípios da baixada Roberto Rocha estava acompanhado pelo deputado estadual Alexandre Almeida ( pré-candidato ao Senado) pelo deputado Waldir Maranhão ( pré-candidato à reeleição) , pelo deputado estadual estadual Wellington do Curso , que busca a reeleição, pelo vereador Estevão Aragão (de São Luís), o empresário Júlio Simões e o médico e jornalista João Bentivi, além de filiados e simpatizantes ao partido.

As visitas foram marcadas por muitas manifestações de apoio ao projeto majoritário comandado pelo senado Roberto, Rocha, que deve visitar a região tocantina até o final deste mês.

segunda-feira, 4 de junho de 2018

SOM MARANHENSE! 'A NOITE' É O NOVO SUCESSO DE FERNANDO ATALLAIA

Cantor e compositor, Fernando lançou mais um grande sucesso da sua lavra musical

O cantor, compositor, músico, poeta, jornalista, produtor crítico cultural Fernando Atallaia lançou no estado seu mais novo sucesso A Noite. Balada que já vem fazendo a cabeça dos apreciadores da boa música do Maranhão. Fernando é autor de mais de 400 canções nos mais variados ritmos e estilos. 

A Noite já pode ser ouvida e vista no canal da B Music do Brasil no Youtube. O disco do artista sai nas lojas especializadas de todo o País em dezembro. 

Atallaia é o Editor –Chefe do conceituado blog de notícias Agência de Notícias Baluarte,

Abaixo você fica com A Noite de Fernando Atallaia:


quarta-feira, 30 de maio de 2018

GENERAL MOURÃO: "INTERVENÇÃO MILITAR NÃO É VARINHA MÁGICA"

Em Porto Alegre, general chamou campanha de caminhoneiros pela intervenção militar de “desserviço”

O general Hamilton Mourão, na reserva desde fevereiro deste ano, disse na manhã desta terça-feira 29, em Porto Alegre, que é contra a intervenção militar desejada por parte dos caminhoneiros que estão em greve desde a semana passada. Em entrevista exclusiva a VEJA (leia abaixo), Mourão disse queintervenção militar não é “solução imediata” e que não é “varinha de condão” que faz “plim, plim” e “está tudo resolvido”. “O país não tem que ser tutelado pelas Forças Armadas”, afirmou.

Mourão participou de almoço de militares da reserva no Grêmio Sargento Expedicionário Geraldo Santana. O general, que já chefiou o Comando Militar Sul (CMS), foi recebido com leitura de uma poesia, aplausos, pedido de autógrafo e fotografias. Ele aproveitou a ocasião para angariar apoio ao pré-candidato a deputado estadual tenente-coronel Luciano Zucco [ainda sem partido porque militares têm prazo diferenciado para filiação].

Zucco é um dos cerca de oitenta militares espalhados pelo país que vão disputar cargos nas eleições de outubro em uma “frente militar”. A frente conta com o general como divulgador das candidaturas. Recentemente, Mourão se filiou ao PRTB e apoia Jair Bolsonaro (PSL-RJ) à Presidência. Sua participação na chapa de Bolsonaro como vice não está descartada. “Caso ele opte que seria melhor me ter como vice, a gente está aberto a essa possibilidade”, disse à reportagem.

Embora rejeite a ideia dos caminhoneiros para uma intervenção militar, o general já se envolveu em polêmicas defendendo a medida anteriormente. Mourão também criticou o atual ministro da Segurança, Raul Jungmann, (“é incapaz de saber como se faz um plano”) e o presidente Michel Temer (“se for passar a mão em cima da cabeça de uma criança, a criança começa a chorar”).

Abaixo, a entrevista:

Havia a expectativa de que o senhor saísse candidato à Presidência da República após sua filiação ao PRTB. Como o senhor decidiu essa questão?

Deixei claro que não seria candidato. Considero que a candidatura do deputado Bolsonaro (PSL-RJ) é a candidatura que representa as ideias das quais comungo e bato por elas. Se eu fosse candidato, iria dividir. A pior coisa nesse momento é dividir o público que nós temos. Poderiam dizer ‘ah, mas por que o senhor não vai concorrer ao Senado, como deputado federal?’. Porque considero que o quadro político-partidário é muito fragmentado e o capital que eu tenho é o capital moral e não posso desperdiçar uma eleição dessa natureza.

Mas o senhor pode sair candidato a vice-presidente em uma chapa com Bolsonaro?

Hoje a ideia é que o Bolsonaro tenha um vice oriundo do meio político. Até pela questão das composições que ele tem que prosperar. Caso ele não consiga ou decida que seria melhor me ter como vice, a gente está aberto a essa possibilidade.

Então há chance de o senhor compor uma chapa com Bolsonaro?

Existe a possibilidade.

O senhor falou em capital moral. De que maneira o senhor pretende atuar na campanha eleitoral?

Estou assumindo o Clube Militar [do Rio de Janeiro], que não é uma instituição só social, muito pelo contrário. É um clube que participou intensamente da proclamação da República e tem uma história e uma tradição nas questões da nacionalidade. A partir daí, nossa ideia, com o grupo que tenho lá, é montar a plataforma de todos os nossos candidatos militares de forma que tenha uma estrutura coerente e que cada um deles vá adaptar ao local onde está concorrendo.

O senhor pode adiantar o conteúdo dessa plataforma? Quais são as ideias?

A plataforma vai tocar no combate à corrupção, nas reformas que têm que ser feitas para que o Estado efetivamente possa governar o país, para que o Estado tenha condições de se manter, para que o federalismo seja realmente implantado. A questão econômica, da disciplina fiscal. Também a questão de princípios, valores, tradições que estão sendo jogadas praticamente na lata do lixo. É dessa forma que vamos operar.

O senhor falou na sua apresentação antes do almoço que 2018 é muito diferente de 1964. Uma parcela da população junto à greve dos caminhoneiros está pedindo intervenção militar. Qual é o seu pensamento?

No presente momento não vejo que a solução para o país seja aquela intervenção militar clássica de afastar todos do poder e a partir daí as Forças Armadas tomarem conta do país. O país não tem que ser tutelado pelas Forças Armadas. O que as Forças Armadas têm que fazer é impedir que ocorra o caos. Neste presente momento, essa questão do movimento dos caminhoneiros [que pede intervenção] está fazendo um desserviço. Esse pacote aí, de querer provocar uma intervenção, querer provocar o caos, interessa ao pessoal da esquerda, dessa esquerda jurássica que pensa ‘nós temos que quer melar o processo [eleitoral]’ porque eles não têm mais candidato. A única pessoa que eles têm está presa.

O senhor é contra, então, a intervenção militar?
Dessa forma, sou.

De que maneira o senhor seria favorável?
Se tivesse que ocorrer, seria o país já sem rumo, sem condições de definir suas prioridades, a sociedade em embate constante, a violência campeando pelas ruas. A partir daí teria que ter uma intervenção, mas a intervenção teria que ser cívico-militar, tem que haver a participação do movimento civil.

É nesse sentido que o senhor defende uma frente de candidatos militares nessa eleição?
Os candidatos oriundos do meio militar trazem consigo os princípios e valores que caracterizam aquilo que a sociedade brasileira está buscando. Não são só os candidatos do meio militar que podem representar, eles são uma parcela.

O senhor acredita que é importante que os militares disputem as eleições?
Acho importantíssimo. Temos em torno de oitenta candidatos concorrendo aos mais variados cargos em disputa. Desde presidente, que é o Bolsonaro, até deputado estadual, como meu amigo tenente-coronel Zucco.

O senhor está apoiando o tenente-coronel Zucco no Rio Grande do Sul a deputado estadual. O senhor está fazendo isso em outros estados também?

Sim. Tenho gravado vídeos para os mais diversos candidatos que temos aí. Na Bahia, tem meu companheiro de turma, o Guilherme Galvão de Oliveira Pinto, tem no Ceará o coronel Bezerra, tem em Natal o general Monteiro e por aí vai. Todo mundo me manda mensagem pedindo que eu grave um vídeo [de apoio].

O foco dessa frente militar é o Legislativo?

Temos alguns candidatos ao Poder Executivo, a governador, como o general Paulo Chagas, lá em Brasília. O próprio general Monteiro, que pode ser candidato a governador no Rio Grande do Norte, mas o foco maior está no Legislativo.

Qual é a importância de formar uma bancada de militares no Legislativo?

Em primeiro lugar, a questão dos valores, dos princípios. Em segundo lugar, é gente que conhece os problemas brasileiros e vai estar lá representando uma parcela significativa da população em condição de participar desse processo de reforma e refundação do nosso país, que é mais do que necessário.

O senhor falou sobre valores. Essa parcela que pede intervenção militar compartilha essa visão. Qual é o seu recado aos manifestantes? O senhor considera que o pedido deles está errado?

O que eu vejo é que essas pessoas estão em momento de ansiedade porque existe aquele desejo de que a solução seja imediata, de que a solução ocorra desde já. Daí, esse clamor popular pela intervenção, como se fosse uma varinha de condão que faz “plim, plim” e está tudo resolvido, todo mundo limpinho e volta a funcionar da forma como eles pensam. Na realidade, a população deixou de lado a participação política, as pessoas vão votar simplesmente porque são obrigadas, porque se não fossem, não iam. Tem muita gente que não vai votar, viaja e justifica ou paga uma multa irrisória. Esse processo, essa situação vai obrigar as pessoas a entender que têm que participar, que têm que selecionar bem os candidatos e os partidos aos quais eles pertencem.

Recentemente, documentos da CIA que mostram que o ex-presidente Geisel autorizava execuções de seus opositores foi divulgado. O que o senhor pensa disso?

Todo relatório de inteligência tem um nível de credibilidade. Esse relatório de inteligência estava aberto desde 2015. Em uma reunião onde participou o presidente da República, o chefe do Centro de Informações do Exército, que estava saindo e o que estava entrando, e o chefe do SNI (Serviço Nacional de Informações), quem delatou o conteúdo dela para o embaixador americano? Havia um infiltrado da CIA lá? Temos que botar um grau de credibilidade. Nada do que foi falado era desconhecido. Já se sabe que no fim dos anos 1960 e início dos anos 1970 um grupo de brasileiros orientados e instruídos por centros de irradiação do comunismo internacional, como a Rússia, Cuba e China, buscou implantar uma ditadura comunista no Brasil. O estado respondeu violência com violência. Aí você pode me perguntar “houve excesso?”. Qualquer guerra tem excesso. Não existe fazer uma omelete sem quebrar os ovos. Eu canso de dizer uma coisa. O Brasil tinha 90 milhões de habitantes. Do lado das organizações terroristas, morreram em torno de 440 pessoas; do lado das pessoas da ordem, morreram 120. Foram 560 pessoas no universo de 90 milhões e num período de seis anos. Hoje se matam 60.000 pessoas por ano no Brasil e ninguém fica escandalizado. (Da Revista Veja).